OSB-SP é selecionado para o Projeto Potencialize

ONG receberá apoio de voluntários especialistas na área de TI para desenvolver ferramentas de monitoramento de licitações de forma automatizada


No dia 9, ONGs conhecem voluntários especialistas que as acompanharão no projeto.

O Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) foi selecionado, no mês de fevereiro, entre as 18 ONGs que participarão do Projeto Potencialize, criado pela Fundação 1Bi para assessorar gratuitamente o terceiro setor na área de tecnologia da informação (TI) e gestão.

No último sábado (9/2), as ONGs escolhidas pelo programa foram apresentadas aos voluntários, todos especialistas do Grupo Movile, que prestarão o apoio no decorrer de cinco meses. O encontro aconteceu na sede paulistana da empresa, na Vila São Francisco, Zona Sul, e o presidente do OSB-SP, Paulo de Oliveira Abrahão, esteve no local.

“Receberemos assessoria de ponta na área de TI para o desenvolvimento de ferramentas para o monitoramento de licitações de forma automatizada. Isso permitirá que consigamos acompanhar muito mais dados públicos com nosso time de voluntários, o que é um desafio em uma cidade do tamanho de São Paulo”, explicou Abrahão.

Sobre a Fundação 1Bi

A Fundação 1Bi é uma instituição social do Grupo Movile e possui três pilares que estão centrados em: ensino de tecnologia, ensino por meio da tecnologia e fomento ao ambiente de tecnologia e/ou impacto social.

Sobre a Movile

A Movile é líder em marketplaces móveis, e tem como grande sonho tornar a vida de 1 bilhão de pessoas melhor através de seus aplicativos. A empresa, que atua no Brasil, Estados Unidos, França, México, Colômbia, Peru e Argentina, já soma mais de 150 milhões de usuários ativos. Com 1600 funcionários apaixonados pelo mesmo sonho, empoderados a construir novos negócios com potencial global e motivados a tomarem riscos, a Movile tem como principais pilares os segmentos Food, Tickets, Education & Care e Services.

*Por: Redação OSB-SP, com informações da Movile


OSB-SP faz primeira apresentação do ano à interessados em fazer parte da equipe de voluntários

A partir de agora, a palestra sobre o Observatório e seus projetos acontecerá todas as primeiras quintas-feiras de cada mês. Após o primeiro contato, os candidatos são encaminhados a eventos de formação específica 

Vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, apresenta organização.

Nesta quinta-feira (07/02), o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) realizou a primeira palestra de apresentação do ano para os interessados em se tornar voluntários do controle social do município. No encontro, que aconteceu na FECAP, Liberdade, Centro da capital, a vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, explicou como funciona a ONG e cada projeto em andamento.

De acordo com Gioia, os dois projetos que mais chamaram a atenção foram os de Monitoramento de Licitações e Acompanhamento do Legislativo. “Os sete presentes ficaram muito motivados, principalmente com essas duas áreas de observação. Agora, eles serão encaminhados a eventos de formação específica do OSB-SP, para, posteriormente, integrarem-se às equipes de trabalho”, detalhou a vice-presidente.

Após o primeiro contato e entendendo melhor os projetos, os candidatos conseguem ter uma noção de em qual área de atuação do OSB-SP se adaptam mais. O gestor tributário Leandro De Camargo conheceu a ONG por meio do site de voluntários da Atados e por uma matéria no Jornal da Cultura. “Eu parabenizo o trabalho da organização, enfatizando a transparência e objetividade dos projetos apresentados pela vice-presidente do Observatório. Em especial, o projeto de ‘Capacitação de micro e pequenas empresas’, que as auxilia a ingressarem nas licitações públicas, tornando a “disputa” mais justa e concorrida”, destacou De Camargo.

Palestra todo mês 

A partir deste ano, todas as primeiras quintas-feiras de cada mês, haverá a apresentação do OSB-SP e seus projetos à interessados em participar do controle social do município de São Paulo como voluntário. Os encontros acontecem sempre no Campus da FECAP na Liberdade (Av. da Liberdade, 532) e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail saopaulo.adm@osbrasil.org.br ou pelo telefone: (11) 3271-4228. 

*Por: Redação OSB-SP

Observatório Social do Brasil – São Paulo participa do lançamento do Dia das Boas Ações

O DBA é o maior evento de voluntariado do mundo, mobilizando mais de 3 milhões de pessoas em mais de 70 países. No Brasil, é organizado pela ONG Atados e acontecerá no dia 6 de abril

Coordenadora do Dia das Boas Ações no Brasil, Nina Faria, apresenta detalhes do evento.

Nesta terça-feira (05/02), o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) participou do lançamento do Dia das Boas Ações (DBA), maior evento de voluntariado do mundo. Em 2019, o DBA está em sua quarta edição no Brasil e, aqui, é realizado pela ONG Atados e produzido pela Muda Cultural. O encontro foi a primeira reunião de apresentação e preparo para o DBA e ocorreu na sede da Atados em Pinheiros, Zona Oeste da capital, com a presença de 20 ONGs.

Em São Paulo, o Dia das Boas Ações acontecerá no dia 6 de abril, centralizado no Parque do Ibirapuera, e contará com três palcos, apresentações artísticas e a Feira de ONGs, com 30 tendas em que as organizações divulgarão seu trabalho. A reunião desta terça-feira também preparou os participantes do DBA para a sequência do evento, que ocorrerá entre os dias 8 e 14 de abril e terá o nome de Semana Social, quando ocorrerão diversas ações e oficinas em bairros espalhados pela capital.

O lançamento da mobilização em São Paulo foi apresentado pela coordenadora do Dia das Boas Ações no Brasil, Nina Faria, que detalhou as iniciativas do dia 6 de abril e da Semana Social. “Este encontro foi muito importante para marcarmos o início do DBA e apresentarmos todas as formas de participação das iniciativas sociais. Estão por vir novos encontros de desenvolvimento para que, juntos, possamos fortalecemos ainda mais o 3º setor”, afirmou. Segundo Nina, em 2019, o DBA deve ter a participação de 40 ONGs em São Paulo e pelo menos mais 40 no Rio de Janeiro, “fora ações orgânicas que sempre acabam acontecendo pela data em outras regiões.”

A representante do Observatório Social do Brasil – São Paulo, Bárbara Alcalde, ficou muito animada com o encontro na Atados. “Serviu para nos aproximarmos da organização, além de nos prepararmos não só para um, mas para dois grandes eventos de incentivo ao trabalho voluntariado na cidade de São Paulo, que são o Dia das Boas Ações propriamente dito e a Semana Social. Nos dois poderemos divulgar a importância do controle social”, destacou Bárbara. 

O Dia das Boas Ações 

O DBA começou em 2007, lançado pela ONG israelense Ruach Tova. A ideia foi da empresária e filantropa Shari Arison e, já no primeiro ano, teve 7 mil participantes. O objetivo era estimular pequenas ações e doações e, hoje, mobiliza mais de 3 milhões de pessoas em mais de 70 países pelo mundo. 

*Por: Redação OSB-SP, com informações da Atados 

Observatório Social do Brasil – São Paulo apresenta projetos de 2019 para a Controladoria Geral do Município

Segundo o presidente do OSB-SP, Paulo de Oliveira Abrahão, devem acontecer colaborações importantes entre as duas instituições

Da direita para a esquerda, Paulo de Oliveira Abrahão, Gustavo Ungaro, Roberta Codignoto e Gioia Tumbiolo Tosi.

Nesta quarta-feira (23/01), o presidente do Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP), Paulo de Oliveira Abrahão, reuniu-se com o controlador-geral do município, Gustavo Ungaro, e com a coordenadora de Promoção da Integridade, Roberta Codignoto, para apresentar os projetos de 2019 da instituição. O encontro aconteceu no Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura, no Anhangabaú, Centro da capital, e também contou com a participação da vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi.

Segundo Oliveira Abrahão, devem acontecer colaborações importantes entre as duas instituições. “A reunião foi muito produtiva, pois identificamos grande convergência de propostas em relação ao controle social e transparência do município de São Paulo”, afirmou o presidente.

*Por: Redação OSB-SP

OSB-SP participa do III Encontro Brasileiro de Governo Aberto

Evento contou com a interação de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, iniciativa privada, movimentos sociais e universidades

Abertura do III Encontro Brasileiro de Governo Aberto

Durante os dias 4 e 5 de dezembro, o Centro da capital paulista recebeu o III Encontro Brasileiro de Governo Aberto, no Centro Cultural Banco do Brasil, e teve oficinas, mesas de debate e apresentações de diversos trabalhos com destaque para os temas transparência e democracia. O evento contou com a interação de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, iniciativa privada, movimentos sociais, universidades, além da participação do Observatório Social do Brasil – São Paulo, representado pela coordenadora de projetos Natália Lima e pela Bárbara Alcalde, da administração.

“O governo aberto ainda é um tema muito novo para grande parte dos governos e da sociedade civil. Eventos como este são cada vez mais necessários para construir pontes entre Estado e população e para que juntos consigamos desenvolver políticas mais abertas através da participação social com mais transparência. Foi uma troca de experiências e conhecimentos muito rica, que precisa ser fortalecida e levada a mais pessoas”, afirmou Natália.

Dentre os principais objetivos do encontro, estiveram debater os avanços e os desafios da promoção da transparência e do acesso à informação, da participação, da prestação de contas e do uso da tecnologia e inovação e integrar organizações da sociedade civil, órgãos públicos, pesquisadores, universidades e movimentos sociais que atuam com temas de abertura de dados e informações do governo.

O III Encontro Brasileiro de Governo Aberto é uma realização de Imaflora, Artigo 19, Nic.br/Ceweb, Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União (CGU), Fórum de Gestão Compartilhada, Controladoria Geral do Município de São Paulo e São Paulo Aberta.

*Por: Redação OSB-SP / Foto: Bárbara Alcalde

OSB-SP apresenta projeto de fiscalização do NCI à Assembleia do Conselho Municipal do Idoso

“14,75% do município de São Paulo é idoso. Temos que batalhar para que esse trabalho continue e se amplie”, diz Rubens Casado

Reunião da Assembleia Geral do Grande Conselho Municipal do Idoso na CMSP

Nesta terça-feira (04/10), o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) apresentou o projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso (NCI) à Assembleia Geral do Grande Conselho Municipal do Idoso (GCMI). A reunião ocorreu na Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), na Bela Vista, com o Auditório Prestes Maia repleto de representantes da terceira idade paulistana.

“14,75% do município de São Paulo é idoso. O NCI serve para tirar os idosos do isolamento e melhorar a saúde dessa população. Nós temos um espaço para que esse trabalho seja feito e nós temos que batalhar para que esse trabalho continue e se amplie”, incentivou Rubens Casado, coordenador do projeto no OSB-SP.

Antes da apresentação de Casado, a vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, explicou sobre os métodos de trabalho do Observatório Social do Brasil – São Paulo. “O objetivo foi apresentar o projeto ao Grande Conselho Municipal do Idoso por duas razões. A primeira é que o intuito do projeto é justamente apoiar os conselhos de políticas públicas e a segunda é sensibilizar os conselheiros para que se engajem como voluntários no monitoramento da política pública, tão importante a este segmento”, esclareceu Gioia.

Casado ainda destacou que “a Freguesia do Ó, Aricanduva, Vila Formosa, Mandaqui e diversas outras regiões importantes não têm o NCI, enquanto outras regiões possuem mais de uma unidade. Queremos NCIs em todos os distritos, para todos terem acesso”, enfatizou o coordenador.

A partir deste mês, o projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso do OSB-SP apresentará um levantamento regional da presença e qualidade desse serviço público. Saiba mais aqui.

*Por: Redação OSB-SP

Projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso define próximas ações da equipe

OSB-SP entregará levantamento regional sobre a presença e a qualidade do serviço nas cinco zonas da Capital a partir de dezembro 

Nesta terça-feira (27/11), a direção do projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso (NCI) reuniu-se para definir as próximas ações da equipe e planejar o primeiro trimestre de 2019. O encontro ocorreu na sede do Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) na Liberdade, Centro da capital, e contou com a participação da vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, do coordenador do projeto, Rubens Casado, e do representante do Grande Conselho Municipal do Idoso, José Cicero Rosendo dos Santos.

De acordo com Casado, após os levantamentos iniciais, a partir do mês de dezembro o OSB-SP irá entregar um relatório regional sobre a presença dos NCIs nas cinco zonas do município. “O trabalho está sendo feito. Na sequência, veremos a qualidade dos serviços de cada Núcleo. Com as informações, saberemos se há mais desigualdade do que a já levantada entre os distritos e poderemos cobrar a Prefeitura. Metade dos 96 distritos não contam com esse serviço e muitos locais possuem mais de um NCI”, detalha.  

Na reunião, ainda foi acertado que o OSB-SP realizará, em fevereiro de 2019, um encontro com todos os diretores de NCIs. O objetivo será a troca de ideias e experiências e o aprofundamento do conhecimento sobre os desafios e dificuldades dessa política pública.

Coordenador do projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso no OSB-SP, Rubens Casado

Relembre: 

O projeto de monitoramento dos NCIs está dividido em duas etapas:  o levantamento do número de unidades existentes e em funcionamento na rede e o da qualidade dos serviços oferecidos.  “Nossa intenção é incentivar a ampliação da rede, sobretudo com a instalação de unidades nos distritos ainda não contemplados e, também, colaborar para o aperfeiçoamento dos serviços oferecidos”, explicou Rubens Casado. 

De acordo com a apuração do OSB-SP, apesar de existirem 90 NCIs em São Paulo, apenas 46 dos 96 distritos administrativos municipais da cidade contam com pelo menos uma unidade. Ou seja, em mais de 50% dos distritos não existe. 

Confira a última matéria sobre o projeto aqui.

*Por: Redação OSB-SP

Procuradoria da República, Defensoria Pública e OSB-SP reúnem-se com comunidade da ZN para aproximar cidadão dos órgãos públicos

Encontro, no Jova Rural, contou com palestras sobre atuação dos Três Poderes e proporcionou conhecimento sobre melhores formas de buscar direitos e fiscalizar o Estado

Defensora pública Lucia Reinert, procurador Erich Masson, vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo, coordenadora de projetos do OSB-SP, Natália Lima, equipe e moradores

No dia 9 de novembro, a Procuradoria da República em São Paulo (PRSP), a Defensoria Pública do Estado de São Paulo (DPESP), e o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) reuniram-se com cidadãos do Conjunto Habitacional Jova Rural, na Zona Norte da capital, para discutir a promoção da cidadania e a governança democrática no Centro de Integração da Cidadania Norte (CIC Norte). O procurador da República Erich Raphael Masson e a defensora pública Lucia Thomé Reinert palestraram com o tema “acesso à Justiça”. Já a vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, falou sobre “o cidadão no controle do dinheiro”, palestra voltada para o entendimento da função do Executivo.

O objetivo do encontro foi proporcionar aos cidadãos conhecimento sobre o papel de cada órgão do Estado e formas para que todos possam acessar as instituições adequadas para resolver cada demanda da comunidade. Mais de 60 pessoas, entre líderes comunitários, educadores e moradores da região encheram a sala de apresentações do CIC Norte.

Masson, o segundo a palestrar, apontou a relação entre direitos e deveres e destacou a força que cada cidadão tem na hora de acioná-los. Uma das possibilidades sugeridas foi a de reunir um grupo de moradores para conversar com o conselho municipal relacionado a determinada necessidade, pois eles têm prioridade no planejamento das políticas públicas.

“A Constituição é feita para o cidadão, é aliada e garante muitas coisas. As pessoas precisam saber que elas têm o poder diante do Estado. Em um evento desses os cidadãos entendem que o seu papel não é só o de esperar algo do Estado mas, sim, de participar ativamente para tentar mudar a política pública e fazer com que o Estado realmente ouça o que a sociedade precisa”, explicou.

Dra. Lucia Reinert fala sobre o direito à Saúde

Para a defensora pública Lucia, cada pessoa deve buscar a efetivação de seus direitos. “É muito importante que a Defensoria se aproxime do cidadão e o cidadão se aproxime dos órgãos públicos. Quanto mais capacitados e mais conhecimentos sobre os seus direitos eles tiverem, mais empoderados para transformar a sociedade. Por isso, a DPESP quis participar dessa comunidade e fazer com que ela cada vez mais se aproxime dos órgãos públicos e possam, em conjunto, visarem uma transformação mais efetiva de tudo”, esclareceu a defensora pública.

Gioia, do OSB-SP, salienta a importância da união dos cidadãos para buscar seus direitos e cobrar o Estado. “Nós estamos aqui em parceria com órgãos públicos, cada um colocando suas particularidades. O OSB-SP está disseminando a ideia do controle social. Todo cidadão consegue ter acesso à leis de informação e outras formas de fiscalizar os órgãos públicos. O que a gente preconiza é que o cidadão não aja sozinho. Ele deve se organizar em comunidades e associações para ter força e correr atrás de seus direitos”, afirmou.

Os moradores ainda puderam conhecer um pouco mais do Cuidando do Meu Bairro, com a coordenadora de projetos do OSB-SP, Natália Lima, que convidou todos a serem voluntários e explicou como é possível fiscalizar cada gasto público de uma determinada região pela plataforma do projeto.

No dia 30 de novembro, o professor de Direito Constitucional da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Flávio de Leão Bastos Pereira, apresentará a palestra “O cidadão frente ao Poder Legislativo e a ONG Bê-a-bá do Cidadão fará a oficina “Jogo da Cidadania e Banquinho sobre Direitos e Deveres”, das 13h às 17h, no CIC Norte. O endereço é Rua Ari da Rocha Miranda, 36 – Jova Rural.

*Por: Redação OSB-SP

OSB-SP monitora Núcleo de Convivência do Idoso na capital

Apenas metade dos 96 distritos administrativos municipais de São Paulo contam com NCIs

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Dos cerca de 12 milhões de habitantes da cidade de São Paulo, mais de 1,7 milhões são idosos

No dia 22 de outubro, o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) apresentou o projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso (NCI) à presidente do Grande Conselho Municipal do Idoso (GCMI), Marly Feitoza, na sede da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), na Sé, Centro da capital. Duas reuniões, no Conselho de Representantes de Idosos e da Administração e na Assembleia Geral do Conselho do GCMI ainda serão agendadas com o objetivo de criar uma parceria e fortalecer o projeto do OSB-SP.

Segundo a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), o Núcleo de Convivência do Idoso é um serviço de proteção social, convivência e fortalecimento de vínculos aos idosos. O objetivo dos NCIs é contribuir para o processo de envelhecimento saudável, desenvolvimento da autonomia, da sociabilidade, fortalecimento dos vínculos familiares e sociais, prevenindo situações de vulnerabilidade, risco pessoal e o isolamento. Entre as atividades oferecidas, estão exercícios físicos e educativos como dança, yoga, artesanato e canto.

Dos cerca de 12 milhões de habitantes da cidade de São Paulo, mais de 1,7 milhões são idosos, o equivalente a 14,75% da população. Hoje, existem 12.710 vagas para quem tem mais de 60 anos nos 90 NCIs do município.

O projeto de monitoramento dos NCIs

O projeto de monitoramento dos NCIs está dividido em duas etapas:  o levantamento do número de unidades existentes e em funcionamento na rede e o da qualidade dos serviços oferecidos.  “Nossa intenção é incentivar a ampliação da rede, sobretudo com a instalação de unidades nos distritos ainda não contemplados e, também, colaborar para o aperfeiçoamento dos serviços oferecidos”, explicou o coordenador do projeto no OSB-SP, Rubens Casado.

De acordo com a apuração do OSB-SP, apesar de existirem 90 NCIs em São Paulo, apenas 46 dos 96 distritos administrativos municipais da cidade contam com pelo menos uma unidade. Ou seja, em mais de 50% dos distritos não existe.

Para Casado, a segunda etapa do monitoramento, a qualitativa, será mais complexa do que a primeira, já realizada. “Isso demandará análise dos convênios ou parcerias, sobretudo quanto aos custos, atuação de campo e pesquisas comparativas sobre as atividades oferecidas aos usuários, bem como entrevistas com os idosos e funcionários. Esta fase exigirá a colaboração de mais voluntários”, afirmou o coordenador.

Desde o dia 30 de agosto, o OSB-SP vêm mandando ofícios à Prefeitura questionando o critério adotado para a seleção dos distritos que contam com os equipamentos em detrimento dos demais e se existe previsão de atendimento ao público alvo atualmente não contemplado pelos NCIs. Segundo a SMDHC, essa avaliação é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. O OSB-SP ainda aguarda o retorno do ofício enviado para a SMADS.

*Por: Redação OSB-SP

OSB-SP reúne-se com organizações da sociedade civil para discutir o trabalho em rede

No encontro, organizado pelo IGESC, as instituições expuseram desafios e estratégias para fortalecer o trabalho em conjunto do terceiro setor

Abertura da roda de conversa com o diretor executivo do IGESC, Alfredo dos Santos Junior

Nesta quarta-feira (17/10), o Observatório Social Brasil – São Paulo (OSB-SP) participou de uma roda de conversa com outras dez organizações da sociedade civil (OSCs) de portes e propostas diversos para discutir formas de trabalhar em rede. O encontro foi organizado pelo Instituto GESC na unidade Nações Unidas da FIA, em Pinheiros, Zona Oeste da capital.

O primeiro aspecto do trabalho em rede apontado pelo diretor executivo do IGESC, Alfredo dos Santos Junior, é que a diversidade é muito importante. Segundo ele, as instituições não precisam ser semelhantes para gerar contribuição efetiva entre elas. “Nós atualizamos a missão do IGESC, que agora é fortalecer o poder da sociedade civil em todas as suas formas, no aspecto gestão e no aspecto educação. Para isso, uma das principais ferramentas é fortalecer o trabalho em rede. E quando eu falo em rede, não me refiro apenas à troca de contatos”, explicou o diretor. 

A troca, dentro do que foi discutido no encontro, é uma etapa fundamental, mas de conhecimento, experiência, práticas de sucesso e recursos excedentes. Segundo a vice-presidente do OSB-SP, Gioia M. A. Tumbiolo Tosi, esse tipo de ideia já faz parte da instituição. “O OSB-SP conhece bem a importância de atuar em rede, uma vez que integra a rede de Observatórios Sociais, permitindo a troca de experiências e o crescimento de todos. O desafio para nós, agora, é colaborar na construção de uma rede com objetivos comuns, a partir de organizações com particularidades diversas”, afirmou Gioia.

Outras possibilidades do trabalho em rede são criar projetos conjuntos e aumentar o papel político tanto das entidades quanto do próprio terceiro setor. O principal desafio relatado foi a falta de prática de rede por parte de muitas OSCs, que chegam a demonstrar até uma aparente rivalidade. A solução proposta é unir e buscar as organizações que já possuem a educação ou abertura para o trabalho de rede, podendo, inclusive, estimular outras OSCs com os resultados.

Além do OBS-SP e do IGESC, participaram da roda de conversa representantes da Liga Solidária, do UNIBES Cultural, da Federação Israelita do Estado de São Paulo (FISESP), da Aldeias Infantis SOS Brasil, da Tenda da Solidariedade, Mão Solidária, da Associação Ágape, do Centro de Tecnologia e Inclusão (CTI) e do Grupo de Orientação e Assistência à Saúde (GOAS).

*Por: Redação OSB-SP