OSB-SP apresenta projeto de fiscalização do NCI à Assembleia do Conselho Municipal do Idoso

“14,75% do município de São Paulo é idoso. Temos que batalhar para que esse trabalho continue e se amplie”, diz Rubens Casado

Reunião da Assembleia Geral do Grande Conselho Municipal do Idoso na CMSP

Nesta terça-feira (04/10), o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) apresentou o projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso (NCI) à Assembleia Geral do Grande Conselho Municipal do Idoso (GCMI). A reunião ocorreu na Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), na Bela Vista, com o Auditório Prestes Maia repleto de representantes da terceira idade paulistana.

“14,75% do município de São Paulo é idoso. O NCI serve para tirar os idosos do isolamento e melhorar a saúde dessa população. Nós temos um espaço para que esse trabalho seja feito e nós temos que batalhar para que esse trabalho continue e se amplie”, incentivou Rubens Casado, coordenador do projeto no OSB-SP.

Antes da apresentação de Casado, a vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, explicou sobre os métodos de trabalho do Observatório Social do Brasil – São Paulo. “O objetivo foi apresentar o projeto ao Grande Conselho Municipal do Idoso por duas razões. A primeira é que o intuito do projeto é justamente apoiar os conselhos de políticas públicas e a segunda é sensibilizar os conselheiros para que se engajem como voluntários no monitoramento da política pública, tão importante a este segmento”, esclareceu Gioia.

Casado ainda destacou que “a Freguesia do Ó, Aricanduva, Vila Formosa, Mandaqui e diversas outras regiões importantes não têm o NCI, enquanto outras regiões possuem mais de uma unidade. Queremos NCIs em todos os distritos, para todos terem acesso”, enfatizou o coordenador.

A partir deste mês, o projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso do OSB-SP apresentará um levantamento regional da presença e qualidade desse serviço público. Saiba mais aqui.

*Por: Redação OSB-SP

Projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso define próximas ações da equipe

OSB-SP entregará levantamento regional sobre a presença e a qualidade do serviço nas cinco zonas da Capital a partir de dezembro 

Nesta terça-feira (27/11), a direção do projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso (NCI) reuniu-se para definir as próximas ações da equipe e planejar o primeiro trimestre de 2019. O encontro ocorreu na sede do Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) na Liberdade, Centro da capital, e contou com a participação da vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, do coordenador do projeto, Rubens Casado, e do representante do Grande Conselho Municipal do Idoso, José Cicero Rosendo dos Santos.

De acordo com Casado, após os levantamentos iniciais, a partir do mês de dezembro o OSB-SP irá entregar um relatório regional sobre a presença dos NCIs nas cinco zonas do município. “O trabalho está sendo feito. Na sequência, veremos a qualidade dos serviços de cada Núcleo. Com as informações, saberemos se há mais desigualdade do que a já levantada entre os distritos e poderemos cobrar a Prefeitura. Metade dos 96 distritos não contam com esse serviço e muitos locais possuem mais de um NCI”, detalha.  

Na reunião, ainda foi acertado que o OSB-SP realizará, em fevereiro de 2019, um encontro com todos os diretores de NCIs. O objetivo será a troca de ideias e experiências e o aprofundamento do conhecimento sobre os desafios e dificuldades dessa política pública.

Coordenador do projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso no OSB-SP, Rubens Casado

Relembre: 

O projeto de monitoramento dos NCIs está dividido em duas etapas:  o levantamento do número de unidades existentes e em funcionamento na rede e o da qualidade dos serviços oferecidos.  “Nossa intenção é incentivar a ampliação da rede, sobretudo com a instalação de unidades nos distritos ainda não contemplados e, também, colaborar para o aperfeiçoamento dos serviços oferecidos”, explicou Rubens Casado. 

De acordo com a apuração do OSB-SP, apesar de existirem 90 NCIs em São Paulo, apenas 46 dos 96 distritos administrativos municipais da cidade contam com pelo menos uma unidade. Ou seja, em mais de 50% dos distritos não existe. 

Confira a última matéria sobre o projeto aqui.

*Por: Redação OSB-SP

Procuradoria da República, Defensoria Pública e OSB-SP reúnem-se com comunidade da ZN para aproximar cidadão dos órgãos públicos

Encontro, no Jova Rural, contou com palestras sobre atuação dos Três Poderes e proporcionou conhecimento sobre melhores formas de buscar direitos e fiscalizar o Estado

Defensora pública Lucia Reinert, procurador Erich Masson, vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo, coordenadora de projetos do OSB-SP, Natália Lima, equipe e moradores

No dia 9 de novembro, a Procuradoria da República em São Paulo (PRSP), a Defensoria Pública do Estado de São Paulo (DPESP), e o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) reuniram-se com cidadãos do Conjunto Habitacional Jova Rural, na Zona Norte da capital, para discutir a promoção da cidadania e a governança democrática no Centro de Integração da Cidadania Norte (CIC Norte). O procurador da República Erich Raphael Masson e a defensora pública Lucia Thomé Reinert palestraram com o tema “acesso à Justiça”. Já a vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, falou sobre “o cidadão no controle do dinheiro”, palestra voltada para o entendimento da função do Executivo.

O objetivo do encontro foi proporcionar aos cidadãos conhecimento sobre o papel de cada órgão do Estado e formas para que todos possam acessar as instituições adequadas para resolver cada demanda da comunidade. Mais de 60 pessoas, entre líderes comunitários, educadores e moradores da região encheram a sala de apresentações do CIC Norte.

Masson, o segundo a palestrar, apontou a relação entre direitos e deveres e destacou a força que cada cidadão tem na hora de acioná-los. Uma das possibilidades sugeridas foi a de reunir um grupo de moradores para conversar com o conselho municipal relacionado a determinada necessidade, pois eles têm prioridade no planejamento das políticas públicas.

“A Constituição é feita para o cidadão, é aliada e garante muitas coisas. As pessoas precisam saber que elas têm o poder diante do Estado. Em um evento desses os cidadãos entendem que o seu papel não é só o de esperar algo do Estado mas, sim, de participar ativamente para tentar mudar a política pública e fazer com que o Estado realmente ouça o que a sociedade precisa”, explicou.

Dra. Lucia Reinert fala sobre o direito à Saúde

Para a defensora pública Lucia, cada pessoa deve buscar a efetivação de seus direitos. “É muito importante que a Defensoria se aproxime do cidadão e o cidadão se aproxime dos órgãos públicos. Quanto mais capacitados e mais conhecimentos sobre os seus direitos eles tiverem, mais empoderados para transformar a sociedade. Por isso, a DPESP quis participar dessa comunidade e fazer com que ela cada vez mais se aproxime dos órgãos públicos e possam, em conjunto, visarem uma transformação mais efetiva de tudo”, esclareceu a defensora pública.

Gioia, do OSB-SP, salienta a importância da união dos cidadãos para buscar seus direitos e cobrar o Estado. “Nós estamos aqui em parceria com órgãos públicos, cada um colocando suas particularidades. O OSB-SP está disseminando a ideia do controle social. Todo cidadão consegue ter acesso à leis de informação e outras formas de fiscalizar os órgãos públicos. O que a gente preconiza é que o cidadão não aja sozinho. Ele deve se organizar em comunidades e associações para ter força e correr atrás de seus direitos”, afirmou.

Os moradores ainda puderam conhecer um pouco mais do Cuidando do Meu Bairro, com a coordenadora de projetos do OSB-SP, Natália Lima, que convidou todos a serem voluntários e explicou como é possível fiscalizar cada gasto público de uma determinada região pela plataforma do projeto.

No dia 30 de novembro, o professor de Direito Constitucional da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Flávio de Leão Bastos Pereira, apresentará a palestra “O cidadão frente ao Poder Legislativo e a ONG Bê-a-bá do Cidadão fará a oficina “Jogo da Cidadania e Banquinho sobre Direitos e Deveres”, das 13h às 17h, no CIC Norte. O endereço é Rua Ari da Rocha Miranda, 36 – Jova Rural.

*Por: Redação OSB-SP

OSB-SP monitora Núcleo de Convivência do Idoso na capital

Apenas metade dos 96 distritos administrativos municipais de São Paulo contam com NCIs

Imagem destacada
Dos cerca de 12 milhões de habitantes da cidade de São Paulo, mais de 1,7 milhões são idosos

No dia 22 de outubro, o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) apresentou o projeto de fiscalização do Núcleo de Convivência do Idoso (NCI) à presidente do Grande Conselho Municipal do Idoso (GCMI), Marly Feitoza, na sede da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), na Sé, Centro da capital. Duas reuniões, no Conselho de Representantes de Idosos e da Administração e na Assembleia Geral do Conselho do GCMI ainda serão agendadas com o objetivo de criar uma parceria e fortalecer o projeto do OSB-SP.

Segundo a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), o Núcleo de Convivência do Idoso é um serviço de proteção social, convivência e fortalecimento de vínculos aos idosos. O objetivo dos NCIs é contribuir para o processo de envelhecimento saudável, desenvolvimento da autonomia, da sociabilidade, fortalecimento dos vínculos familiares e sociais, prevenindo situações de vulnerabilidade, risco pessoal e o isolamento. Entre as atividades oferecidas, estão exercícios físicos e educativos como dança, yoga, artesanato e canto.

Dos cerca de 12 milhões de habitantes da cidade de São Paulo, mais de 1,7 milhões são idosos, o equivalente a 14,75% da população. Hoje, existem 12.710 vagas para quem tem mais de 60 anos nos 90 NCIs do município.

O projeto de monitoramento dos NCIs

O projeto de monitoramento dos NCIs está dividido em duas etapas:  o levantamento do número de unidades existentes e em funcionamento na rede e o da qualidade dos serviços oferecidos.  “Nossa intenção é incentivar a ampliação da rede, sobretudo com a instalação de unidades nos distritos ainda não contemplados e, também, colaborar para o aperfeiçoamento dos serviços oferecidos”, explicou o coordenador do projeto no OSB-SP, Rubens Casado.

De acordo com a apuração do OSB-SP, apesar de existirem 90 NCIs em São Paulo, apenas 46 dos 96 distritos administrativos municipais da cidade contam com pelo menos uma unidade. Ou seja, em mais de 50% dos distritos não existe.

Para Casado, a segunda etapa do monitoramento, a qualitativa, será mais complexa do que a primeira, já realizada. “Isso demandará análise dos convênios ou parcerias, sobretudo quanto aos custos, atuação de campo e pesquisas comparativas sobre as atividades oferecidas aos usuários, bem como entrevistas com os idosos e funcionários. Esta fase exigirá a colaboração de mais voluntários”, afirmou o coordenador.

Desde o dia 30 de agosto, o OSB-SP vêm mandando ofícios à Prefeitura questionando o critério adotado para a seleção dos distritos que contam com os equipamentos em detrimento dos demais e se existe previsão de atendimento ao público alvo atualmente não contemplado pelos NCIs. Segundo a SMDHC, essa avaliação é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. O OSB-SP ainda aguarda o retorno do ofício enviado para a SMADS.

*Por: Redação OSB-SP

OSB-SP reúne-se com organizações da sociedade civil para discutir o trabalho em rede

No encontro, organizado pelo IGESC, as instituições expuseram desafios e estratégias para fortalecer o trabalho em conjunto do terceiro setor

Abertura da roda de conversa com o diretor executivo do IGESC, Alfredo dos Santos Junior

Nesta quarta-feira (17/10), o Observatório Social Brasil – São Paulo (OSB-SP) participou de uma roda de conversa com outras dez organizações da sociedade civil (OSCs) de portes e propostas diversos para discutir formas de trabalhar em rede. O encontro foi organizado pelo Instituto GESC na unidade Nações Unidas da FIA, em Pinheiros, Zona Oeste da capital.

O primeiro aspecto do trabalho em rede apontado pelo diretor executivo do IGESC, Alfredo dos Santos Junior, é que a diversidade é muito importante. Segundo ele, as instituições não precisam ser semelhantes para gerar contribuição efetiva entre elas. “Nós atualizamos a missão do IGESC, que agora é fortalecer o poder da sociedade civil em todas as suas formas, no aspecto gestão e no aspecto educação. Para isso, uma das principais ferramentas é fortalecer o trabalho em rede. E quando eu falo em rede, não me refiro apenas à troca de contatos”, explicou o diretor. 

A troca, dentro do que foi discutido no encontro, é uma etapa fundamental, mas de conhecimento, experiência, práticas de sucesso e recursos excedentes. Segundo a vice-presidente do OSB-SP, Gioia M. A. Tumbiolo Tosi, esse tipo de ideia já faz parte da instituição. “O OSB-SP conhece bem a importância de atuar em rede, uma vez que integra a rede de Observatórios Sociais, permitindo a troca de experiências e o crescimento de todos. O desafio para nós, agora, é colaborar na construção de uma rede com objetivos comuns, a partir de organizações com particularidades diversas”, afirmou Gioia.

Outras possibilidades do trabalho em rede são criar projetos conjuntos e aumentar o papel político tanto das entidades quanto do próprio terceiro setor. O principal desafio relatado foi a falta de prática de rede por parte de muitas OSCs, que chegam a demonstrar até uma aparente rivalidade. A solução proposta é unir e buscar as organizações que já possuem a educação ou abertura para o trabalho de rede, podendo, inclusive, estimular outras OSCs com os resultados.

Além do OBS-SP e do IGESC, participaram da roda de conversa representantes da Liga Solidária, do UNIBES Cultural, da Federação Israelita do Estado de São Paulo (FISESP), da Aldeias Infantis SOS Brasil, da Tenda da Solidariedade, Mão Solidária, da Associação Ágape, do Centro de Tecnologia e Inclusão (CTI) e do Grupo de Orientação e Assistência à Saúde (GOAS).

*Por: Redação OSB-SP

Palestras e Oficinas no Projeto “Promoção de Cidadania e Governança Democrática

Palestras e Oficinas no Projeto “Promoção de Cidadania e Governança Democrática

Entre os dias 9 e 30 de novembro de 2018, serão realizadas palestras e oficinas sobre temas que interessam a quem atua nos serviços públicos e privados na região, líderes comunitários, lideres de conselhos, educadores e cidadãos com forte compromisso para multiplicar o conhecimento adquirido.
As vagas são limitadas a 70 e serão conferidos Certificados a todos os participantes.
Destacamos a participação de Gioia Matilde Alba Tosi, Diretora do Observatório Social do Brasil São Paulo, na palestra com o tema: “O Cidadão no Controle do Dinheiro”, dia 09/11, das 13 às 17h.
As inscrições podem ser feitas pelo email: prsp-cursosprdc@mpf.mp.br, informando nome completo e CPF até dia 1º de novembro; ou pessoalmente no local do evento:
CIC Norte (Rua Ari da Rocha Miranda, 36 – Jova Rural – Jaçanã – São Paulo-SP

Conhecendo a Câmara através do projeto “Jovem Observador” do OSB-SP

Conhecendo a Câmara através do projeto “Jovem Observador” do OSB-SP

O Jovem Observador é uma iniciativa do Observatório Social do Brasil – São Paulo, que está desenvolvendo o projeto “Conhecendo a Câmara” com o intuito de promover os conhecimentos sobre os mecanismos do legislativo, a importância da câmara municipal e do trabalho dos vereadores para o município.

Foram levantados dados para elaboração de uma planilha com informações de cada vereador, seus projetos de leis, comissões, entre outras informações relevantes de seus mandatos. Foram enviadas cartas de apresentação aos 55 vereadores da Câmara Municipal para apresentar o projeto e agendar entrevistas. Algumas entrevistas já foram gravadas e a grande maioria ainda está a ser agendada por telefone ou contato presencial no gabinete.

Para que o projeto seja bem sucedido, contamos com a colaboração dos vereadores e seus gabinetes para concluirmos os 6 passos do projeto, sendo eles:

  • Levantamento de dados sobre o vereador;
  • Cartas de apresentação e contatos;
  • Agendamento das entrevistas;
  • Entrevistas gravadas;
  • Avaliação do atendimento dos vereados e gabinetes e demais apontamentos;
  • Descrição e publicação das entrevistas.

O projeto está em busca de novos voluntários de 15 a 22 anos que possuam interesse em conhecer mais sobre a câmara de vereadores.

(foto) A coordenadora do Projeto Jovem Observador, Mariana Duarte (à esquerda); o vereador Gilberto Natalini; e a voluntária do projeto, Vitória Campos (à direita).

OSB-SP fiscaliza política de Automonitoramento Glicêmico da Prefeitura

OSB-SP fiscaliza política de Automonitoramento Glicêmico da Prefeitura

Por: Nélio Rodrigues Magina Junior

Desde o mês de julho, o grupo tem avaliado a política de Automonitoramento Glicêmico (AMG) da Prefeitura de São Paulo. Essa política tem o objetivo de atender aos cidadãos insulinodependentes, por meio da oferta de materiais para diagnóstico do nível de glicemia e administração de insulina nos casos de extrapolação do nível adequado. Os beneficiários recebem treinamento e acompanhamento por parte dos agentes de saúde.

Os materiais que são ofertados aos beneficiários são adquiridos por licitações, a saber: tiras reagentes, seringas para insulina, recipientes para descarte de material e lancetas para punção. Além disso, o glicosímetro, aparelho que registra o nível de glicemia no sangue, é adquirido por meio de comodato, pela empresa que fornece as tiras reagentes. A partir de agosto, o grupo decidiu que todos os voluntários estarão dedicados ao AMG, organizados em duas frentes de atuação.

A primeira chama-se Frente Processual, e tem por objetivo verificar a efetividade das licitações, ou seja, se os editais estão atendendendo à legislação, se os órgãos licitadores vêm atuando com diligência e se os certames são competitivos.

Por sua vez, a Frente Finalística procura verificar a efetividade da política pública num sentido mais amplo, a saber, se os materiais estão chegando aos beneficiários na qualidade e quantidade desejada, como os agentes de saúde estão envolvidos e se a administração pública consegue monitorar a política e implementar ajustes.

OSB-SP sedia a reunião das entidades parceiras no projeto: Aprendendo a Fiscalizar

Foi realizada em 19 de setembro, na sede do OSB SP, reunião de alinhamento do Projeto Aprendendo a Fiscalizar. Esta iniciativa objetiva ofertar às escolas de ensino fundamental e médio em tempo integral possíveis alternativas de desenvolvimento de ações de educação fiscal, com a utilização de modernas mídias cívicas.

Trabalham em parceria neste projeto, grupos de pesquisa das instituições ETEC-Cepam (programa de iniciação pré-científica) e Colab-USP, a Rede de Conhecimento Social, que atua na construção e avaliação dos instrumentos de pesquisa e o OSB SP , na disseminação dos conceitos de Educação Fiscal.

Está em andamento um piloto com cinco das escolas anteriormente pesquisadas. Nessas cinco estão sendo desenvolvidas ações diversas desde o primeiro semestre de 2018. Ações essas que serão avaliadas e compiladas até o final deste ano, para posterior divulgação entre as secretarias de educação municipal e estadual.

OSB promove Curso EAD “Análise de Riscos: Metodologia e Casos Práticos”

OSB promove Curso EAD “Análise de Riscos: Metodologia e Casos Práticos”

Estão abertas as inscrições para o Curso EAD “Análise de Riscos: Metodologia e Casos Práticos”, realizado pela “Escola da Cidadania” do Observatório Social do Brasil (OSB) e ministrado pela especialista Letícia Sugai. O workshop será aberto no dia 10 de outubro de 2018 (quarta-feira) e terá a duração de aproximadamente três horas, intercalando vídeos, aulas e atividades. O aluno terá o prazo de 1 mês para realizar o curso, podendo escolher o dia e horário que for mais conveniente a ele.

O valor do curso é R$ 375,00, porém, para inscrições e pagamentos realizados até o dia 10 de outubro de 2018, o OSB está fazendo uma promoção com preços especiais. Para quem participou do 1º Ciclo de Cursos e Palestras “Formação para Cidadania”, o curso custará apenas R$ 89,90. Para os demais interessados, o valor será de R$ 145,00.

Para se inscrever é muito fácil, basta preencher o formulário de inscrição (http://bit.ly/inscricoes_curso_analise_de_riscos) e realizar o pagamento. Um e-mail de confirmação, com o link e login de acesso à plataforma online de cursos EAD, será enviado para o participante, que também terá acesso a todo o material complementar e a uma biblioteca virtual. Além de todo o conhecimento, o aluno ganhará um certificado, com o total de horas.

O curso abordará os seguintes conteúdos: Contextualização da Análise de Riscos no Programa de Compliance; Frameworks e ferramentas de Gestão de Riscos no Compliance (GRC); Aplicações; Caso 1: análise de riscos no setor da saúde; Caso 2: análise de riscos no setor da construção; Caso 3: análise de riscos no setor da educação. Também será realizado uma transmissão online para debates e esclarecimentos de dúvidas.

Letícia Sugai é Sócia fundadora da Veritaz – Gestão de Riscos e Compliance e Diretora do Instituto Paranaense de Compliance (IPACOM). É graduada em administração de empresas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Especialista em Compliance (CEC) pelo Instituto ARC e tem MBA em gestão de riscos corporativos pela Faculdade de Engenharia São Paulo (FESP).

A iniciativa é voltada para o público em geral, com foco nos empresários e executivos de pequenos ou grandes negócios, funcionários e gestores públicos ou da iniciativa privada, integrantes de observatórios sociais, cidadãos e estudantes interessados em aprimorar o conhecimento sobre o tema do momento: Compliance (integridade).

SERVIÇO:
Curso EAD “Análise de Riscos: Metodologia e Casos Práticos”
Duração: 3h
Período para realização: 10 de outubro à 10 de novembro.
Inscrições: http://bit.ly/inscricoes_curso_analise_de_riscos
Valores: Para quem participou do 1º Ciclo de Cursos e Palestras “Formação para Cidadania”: R$ 89,90. Para os demais interessados: R$ 145,00. Valores promocionais até o dia 30 de setembro de 2018.