Observatório Social do Brasil – São Paulo participa do maior evento de voluntariado do mundo

A quarta edição brasileira do Dia das Boas Ações, organizado pela Atados, levou mais de 20 ONGs ao Parque do Ibirapuera para divulgar a importância do trabalho voluntário. O OSB-SP teve uma tenda na “Feira de ONGs” e apresentou a importância do controle social aos participantes

Equipe do OSB-SP na “Feira de ONGs” do Dia das Boas Ações 2019

O Dia das Boas Ações (DBA) 2019 mostrou que a terra da garoa não deixa de trabalhar nem com uma boa tempestade. Apesar das chuvas do último sábado (06/04), 20 organizações não governamentais (ONGs) apresentaram seu trabalho à centenas de pessoas que passaram pelo Parque do Ibirapuera em meio a diversas atrações artísticas e culturais da edição paulista do maior evento de voluntariado do mundo. Três milhões de pessoas são mobilizadas anualmente em mais de 90 países. Por aqui, a responsabilidade de levar o tema da transparência pública para o DBA foi do Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP), que teve uma tenda na “Feira de ONGs” para explicar como a organização e seus projetos funcionam.

“Quando pensamos em trabalho voluntário, normalmente vêm à cabeça ações na área da saúde, educação, assistência social, etc. A relação entre o cidadão e o poder público raramente é lembrada, pois não temos a cultura de cobrarmos nossos direitos. Daí a importância de incluirmos o controle social como uma das ações de destaque do DBA: divulgá-lo como uma forma de trabalho voluntário para o cidadão que quer mudar nossa realidade de baixa eficiência e pouco controle dos gastos públicos, e não apenas indignar-se com ela”, salientou o presidente do OSB-SP, Paulo de Oliveira Abrahão.

Presidente, Paulo de Oliveira Abrahão, e vice-presidente, Gioia Tumbiolo Tosi, do OSB-SP, participam da equipe de ação do DBA

Para o voluntário Alexandre Gama de Souza, de 21 anos, o envolvimento no DBA foi uma experiência diferente. “Fui capaz de verificar que as pessoas não participam ativamente da fiscalização dos governos, não porque não querem, mas sim por falta de conhecimento dos mecanismos de fiscalização a disposição.” Souza lembrou da importância do trabalho em rede para aumentar a união e expressividade do terceiro setor. “Um evento como o DBA, onde se congrega diversas ONGs, é superinteressante, pois sabemos que a realidade não é feita de caixinhas isoladas, mas de interdisciplinaridade e multidisciplinaridade, tornando muito melhor e mais forte o movimento”, concluiu.

Em 2019, o DBA está em sua quarta edição no país, realizado pela ONG Atados e produzido pela Muda Cultural. Nina Faria, coordenadora da Atados e do Dia das Boas Ações no Brasil, destacou que todas as edições do DBA tiveram sempre o mesmo foco: “fortalecer o terceiro setor e inspirar nossas pessoas a se tornarem voluntários”. Segundo ela, as organizações estão muito mais participativas em todas as frentes do evento. “Nesta edição, conseguimos ir além. 70% das atrações e oficinas foram realizadas por ONGs: espetáculo de dança com jovens com síndrome de down, teatro de idosas, teatro com pessoas cadeirantes e deficientes visuais, circo social, percussão, jogos cooperativos e muito mais. Achamos importante poder contemplar o trabalho do terceiro setor em outras etapas do projeto, por isso, parte da cenografia foi realizada por três projetos sociais diferentes.”

Área próxima à Marquise do Ibirapuera, onde aconteceu o DBA

O trabalho continua!

Para aprofundar o conhecimento e a participação de quem se interessou pelas ONGs durante o DBA, a Atados organizou a Semana Social, onde as organizações disponibilizam palestras, cursos, oficinas e atividades culturais e artísticas ligadas a suas áreas de atuação. A programação começou no dia 8 e vai até o dia 14 de abril. O OSB-SP oferece, a partir de amanhã (10/04), três oficinas de controle social. Confira:

Oficina de Monitoramento de Licitações
Data: 10/04
Horário: 19h às 21h

Oficina de Monitoramento do Legislativo
Data: 11/04
Horário: 19h às 21h

Oficina do Cuidando do Meu Bairro
Data: 12/04
Horário: 19h às 21h

Para participar, basta se inscrever enviando um e-mail para o OSB-SP (saopaulo.adm@osbrasil.org.br) com o nome completo do(s) participante(s) e oficinas que irá participar. Todas serão realizadas na Fecap – Liberdade.

Confira aqui a agenda completa da Semana Social!

O início do Dia das Boas Ações 

O DBA começou em 2007, lançado pela ONG israelense Ruach Tova. A ideia foi da empresária e filantropa Shari Arison e, já no primeiro ano, teve 7 mil participantes. O objetivo era estimular pequenas ações e doações e, hoje, mobiliza mais de 3 milhões de pessoas em mais de 90 países pelo mundo. 

*Por: Redação OSB-SP

Quer participar do maior evento de voluntariado do mundo? Saiba como!

No dia 6 de abril, pelo menos 30 ONGs apresentarão seu trabalho no Parque do Ibirapuera durante o Dia das Boas Ações (DBA), organizado pela ONG Atados. O evento é aberto e ocorrerá entre das 9h às 19h. Os interessados poderão conhecer diversas formas de fazer boas ações na Feira de ONGs e ainda aproveitar três palcos e diversas apresentações artísticas.

O OSB-SP, que terá uma tenda para levar a importância do controle social ao DBA, também oferecerá, na Semana Social, que acontece entre os dias 8 e 14 de abril, quatro oficinas para quem tiver interesse em um primeiro contato com o tema. Confira abaixo as oficinas do OSB-SP na Semana Social:

Oficina de Monitoramento de Licitações
Data: 10/04
Horário: 19h às 21h

Oficina de Monitoramento do Legislativo
Data: 11/04
Horário: 19h às 21h

Oficina do Cuidando do Meu Bairro
Data: 12/04
Horário: 19h às 21h

Para participar, basta se inscrever enviando um e-mail para o OSB-SP (saopaulo.adm@osbrasil.org.br) com o nome completo do(s) participante(s) e oficinas que irá participar. Todas serão realizadas na Fecap – Liberdade.

Muitas outras ONGs participarão da Semana Social. Confira aqui a agenda completa do DBA!

*Por: Redação OSB-SP

OSB-SP participa da semana internacional de governo aberto 2019

A vice-presidente do Observatório Social do Brasil – São Paulo, Gioia Tumbiolo Tosi, palestrou sobre a participação social e as atuais práticas de descentralização de poder no município

Painel “Em que pé estamos?”, durante semana internacional de governo aberto.

O Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) participou, no dia 20 de março, do ciclo de palestras e debates “Participação social e Descentralização em São Paulo”, organizado pelo Fórum de Gestão Compartilhada de São Paulo como parte da semana internacional de eventos sobre governo aberto (Open Government Week 2019). O encontro aconteceu no Teatro da Galeria Olido, no Centro da capital. A vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, palestrou durante o painel “Em que pé estamos?”, que buscou esclarecer como foram e como estão as práticas de participação social e descentralização no município. “Uma das principais formas de participação social é o próprio controle social, quando a população toma conhecimento dos processos governamentais, adquirindo poder de fiscalização e de cobrar com por políticas públicas ou necessidades populares. É para isso que o OSB-SP foi criado, para aproximar a população do poder público”, explicou Gioia.

O painel “Para onde vamos?” foi o responsável por debater quais são as possibilidades futuras para os temas no município. O evento contou ainda com as palestras da Conselheira Municipal do distrito Butantã, Erika Caracho; da pesquisadora do Núcleo Democracia e Ação Coletiva do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), Maira Rodrigues; da assistente de Projetos Integrados e Desenvolvimento Sustentável, Maria Angélica; da arquiteta e urbanista Joice Berth; da Valéria Motta, do Movimento Cultural das Periferias; da coordenadora de Desenvolvimento Econômico da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico, Helena Maria Grundig Monteiro; e do Silvio Ribeiro, da Geo Sampa.

*Por: Redação OSB-SP

OSB-SP apresenta segunda parte do estudo sobre o Núcleo de Convivência do Idoso na Câmara Municipal

300 mil idosos estão à espera de atendimento. Encontro contou com a participação da população, especialistas, usuários, gestores e profissionais de NCIs, além de representantes do poder público e do Grande Conselho Municipal do Idoso

Palestra da professora Marília Berzins, doutora em Saúde Pública pela USP,
durante Seminário – NCI

Nesta terça-feira (19/03), o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) apresentou a segunda parte do estudo realizado pelo projeto Avaliação de Política Pública: NCI a mais de 160 pessoas no auditório Prestes Maia da Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), na Bela Vista, Centro da capital. Dentre as informações, divulgadas como parte do “Seminário – NCI”, estiveram dados do levantamento feito com mais de 60 representantes, administradores e profissionais de Núcleos de Convivência do Idoso (NCI) no dia 21 de fevereiro, quando, na sede do OSB-SP na FECAP, foram produzidos relatórios divididos em quatro eixos com os principais desafios e dificuldades vividos na implementação dessas políticas.

De acordo com o coordenador do projeto, Rubens Casado, o objetivo do grupo de estudo e monitoramento é levar subsídios para que o município possa melhorar a política pública em prática através dos NCIs. “Os Núcleos de Convivência do Idoso servem para contribuir com o envelhecimento saudável, desenvolvimento de autonomia e sociabilidade, prevenção de vulnerabilidade e risco social da população idosa. Mas isso precisa chegar a todos os bairros da capital. Em praticamente metade os idosos não têm acesso a esses espaços, o que mostra a desigualdade”, explicou. Segundo a apuração do OSB-SP, apenas 50 dos 96 distritos da capital contam com uma ou mais unidades do NCI.

Dos cerca de 12 milhões de habitantes de São Paulo, quase 1,8 milhões são idosos, o equivalente a mais de 15% da população. Hoje, existem cerca de 13 mil vagas para pessoas de 60 anos ou mais nos 92 NCIs do município. 300 mil idosos estão à espera de atendimento. Para Sandra Gomes, coordenadora de Políticas para Pessoa Idosa da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), levantar o perfil, quais são as características e as demandas da população ajudam todos os gestores a implantarem serviços. “É importante que possamos sair daqui com esses dados bem claros para que possamos usá-los. É um número insuficiente de NCIs, mas a perspectiva é que aumente. Esses espaços são extremamente necessários para garantir que o envelhecimento não seja um fardo, para que o idoso não fique deprimido por conta do isolamento social”, ressaltou Sandra.

A vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo, responsável por apresentar a parte qualitativa do estudo, destacou que a maioria das demandas levantadas com os profissionais dos NCIs envolviam financiamento, como o pedido de mais funcionários, o aumento no valor para as oficinas oferecidas e uma verba especifica para passeios. Ela alerta, porém, que o orçamento do município é aprovado pela Câmara e é necessário respeitá-lo até uma nova discussão em Plenário, no ano seguinte. “A Prefeitura assinou agora um decreto que haverá uma repactuação nos convênios com coleta de lixo, saúde e assistência. Muito provavelmente tem uma justificativa. Mas a gente sabe? Precisamos entender o que está acontecendo para poder debater com a Prefeitura”, afirmou.

Uma das palestrantes do evento foi Marília Berzins, doutora em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP), que também ressaltou a importância da CMSP. “Esta é uma Casa que dialoga com a população e trata do orçamento do município. Essa é a democracia participativa. Nós podemos colaborar para o avanço dessa política pública. A população avaliou, gerou estes resultados e está conversando com o governo. E mais, nós não podemos perder direitos adquiridos.  Temos que defender políticas públicas como uma política de Estado e não como política de governo”. Marília enfatizou que o poder público não pode se acomodar com o aumento do número de idosos. “Envelhecimento não é um problema social, é uma conquista. Isso se torna um problema se o Estado, a sociedade e as famílias não se prepararem antes”, concluiu.

Confira a matéria da TV Câmara sobre o “Seminário – NCI”:

Participaram do “Seminário – NCI”, ainda, a presidente do Grande Conselho Municipal do Idoso, Marli Feitosa; a presidente do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, Vera Helena Lessa Vilela; a coordenadora de Proteção Social Básica da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), Sylmara Ramires; Rubens Bossi, representando a secretária Especial de Relações Sociais da Prefeitura, Fátima Marques; e a líder do Centro de Referência do Idoso da Zona Norte, Lissa Lansky Ribeiro.

*Por: David Nascimento

Voluntários serão capacitados para três projetos nos dias 21 e 22 de março

O Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) fará a capacitação básica para futuros voluntários dos projetos Monitoramento de Licitações, Monitoramento do Legislativo e Cuidando do Meu Bairro.

Clique aqui para fazer a inscrição!

Datas e horários:

-Monitoramento de Licitações: dia 21/03/2019 às 19h

-Monitoramento do Legislativo: dia 21/03/2019 às 20h30

-Cuidando do Meu Bairro: dia 22/03/2019 às 14h

Local: FECAP (Av. da Liberdade, 532 – Liberdade – São Paulo)

Observatório Social do Brasil – São Paulo abre 50 vagas para voluntários em 2019

Interessados serão divididos entre quatro dos cinco projetos ativos do OSB-SP: Avaliação de Política Pública – NCI, Cuidando do Meu Bairro, Monitoramento do Legislativo, Monitoramento de Licitações

Oficina do projeto Cuidando do Meu Bairro

O Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) abriu, no mês de março, 50 vagas para voluntários que desejam participar do controle social no município. O objetivo é aumentar a transparência dos gastos públicos na capital paulista.

Os interessados serão divididos entre quatro dos cinco projetos ativos do OSB-SP e as oportunidades são válidas enquanto estiverem disponíveis. O primeiro passo para fazer parte do grupo de voluntários é fazer a inscrição para a apresentação mensal do OSB-SP, que acontece todas as primeiras quintas-feiras de cada mês. Confira um pouco sobre cada projeto com vagas abertas:

Avaliação de Política Pública – NCI 

Com 10 vagas disponíveis, o projeto monitora a política pública que estabelece o funcionamento do Núcleo de Convivência do Idoso (NCI), analisando os critérios de instalação das unidades, avaliando o funcionamento desses equipamentos e fiscalizando a correta aplicação dos recursos. 

Cuidando do Meu Bairro 

Com 15 vagas, o projeto capacita os moradores a fiscalizar as obras públicas de seu bairro com a utilização da ferramenta online Cuidando do Meu Bairro, desenvolvida pela USP e mantida pelo OSB-SP. 

Monitoramento do Legislativo 

Com 10 vagas, o projeto acompanha a produção legislativa e o desempenho da Câmara de São Paulo como um todo. O OSB-SP trabalha com metodologias de avaliação e produz conhecimento com linguagem cidadã para a população. 

Monitoramento de Licitações 

Com 15 vagas, o projeto monitora as licitações públicas que ocorrem no município de São Paulo. Os voluntários observarão todo o processo licitatório para garantir que haja a correta aplicação dos recursos públicos.

Novas vagas serão abertas conforme a volta das atividades dos projetos Capacita e Conhecendo a Câmara Municipal, que estão em reestruturação e aguardando formação de novas equipes de voluntários. Quem tiver interesse em formar um grupo para participar desses projetos também deve entrar em contato com o OSB-SP e fazer inscrição na palestra de apresentação mensal da ONG. 

Inscrições: 
E-mail: saopaulo.adm@osbrasil.org.br 
Tel.: (11) 3272-4288 
Endereço: Av. da Liberdade, 532 – Liberdade – São Paulo

*Por: Redação OSB-SP

OSB-SP reúne administradores de NCIs para discutir principais desafios nas políticas públicas para a terceira idade em SP

Relatórios servirão de base para estudo que será apresentado na Câmara Municipal de São Paulo em março. Objetivo do encontro foi coletar informações de quem vive o dia a dia dos NCIs

Rubens Casado, coordenador do projeto de monitoramento do NCI,
em apresentação no início do encontro

Nesta quinta-feira (21/02), o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) reuniu mais de 70 administradores de Núcleos de Convivência do Idoso (NCI) para levantar os principais desafios e dificuldades na implantação das políticas públicas direcionadas à terceira idade no município. O encontro aconteceu na FECAP e foi dividido por eixos temáticos em quatro salas de debates: grade de atividades (frequência – justificativa), alimentação (merenda diária), economicidade (relação custo/benefício da atividade pública) e frequência presencial x atendimento domiciliar.

O objetivo do evento foi coletar informações de quem vive o dia a dia dos NCIs e com os dados fazer um estudo sobre os eixos temáticos como parte do projeto Avaliação de Política Pública – Núcleo do Desenvolvimento do Idoso. “Nós temos que tornar essas desigualdades e dificuldades discutidas em agenda governamental e o Observatório Social de São Paulo está aí para colocar a cara para bater em nome de todas estas pessoas, usuários e administradores dos NCIs”, destacou Rubens Casado, coordenador do projeto do OSB-SP. Para isso, cada sala de debates contou com um relator. Os quatro relatórios abastecerão um estudo que será divulgado pelo OSB-SP no “Seminário – Núcleo de Convivência do Idoso”, que ocorrerá na Câmara Municipal de São Paulo no dia 21 de março.

Casado apontou três dificuldades muito citadas durante os debates de quinta-feira. “A primeira é que muitas unidades tem repasses limitados para alimentação, o que faz com que os lanches oferecidos não supram as necessidades nutricionais do idoso. O ideal seria que todas conseguissem oferecer o que chamamos de refeição quente, com arroz e feijão”, explicou.

Ainda segundo Casado, outro problema está na execução dos atendimentos domiciliares. “Muitas vezes um atendimento que está programado para durar uma hora, pelas necessidades e condições do idoso, pode durar mais de quatro, o que altera toda a programação metrificada e atrasa outras visitas. Ainda nesse tipo de atendimento, sobretudo nas regiões mais afastadas, muitos assistentes sociais estão tendo problemas em chegar nas residências pela insegurança urbana, relatando casos de roubo, o que também afeta a prática da política pública”, detalha Casado.

Projeto Integração

A abertura do “Encontro – Núcleo de Convivência do Idoso” teve a participação do presidente do OSB-SP, Paulo de Oliveira Abrahão, da vice-presidente, Gioia Tumbiolo Tosi e do pró-reitor de Extensão e Desenvolvimento da FECAP, Wanderley Carneiro. Na ocasião, Carneiro ofereceu aos usuários do NCI o Projeto Integração, que disponibiliza gratuitamente um curso básico de informática para a terceira idade.

Em parceria com a JCI e o IPK, as aulas iniciam-se no dia 09 de março e acontecem em todos os sábados (exceto no dia 20 de abril) até dia 15 de junho, das 9h às 12h no laboratório 311 do Campus Liberdade da FECAP.

Para inscrições e mais informações, envie um e-mail para projetojci2019@gmail.com ou entre em contato pelo telefone 3272-2261 de segunda à sexta, das 10h às 22h.

Relembre:

O projeto de monitoramento dos NCIs está dividido em duas etapas:  o levantamento do número de unidades existentes e em funcionamento na rede e o da qualidade dos serviços oferecidos.  “Nossa intenção é incentivar a ampliação da rede, sobretudo com a instalação de unidades nos distritos ainda não contemplados e, também, colaborar para o aperfeiçoamento dos serviços oferecidos”, afirmou Rubens Casado. 

De acordo com a apuração do OSB-SP, apesar de existirem 90 NCIs em São Paulo, apenas 46 dos 96 distritos administrativos municipais da cidade contam com pelo menos uma unidade. Ou seja, em mais de 50% dos distritos não existe. 

*Por: Redação OSB-SP

OSB-SP é selecionado para o Projeto Potencialize

ONG receberá apoio de voluntários especialistas na área de TI para desenvolver ferramentas de monitoramento de licitações de forma automatizada


No dia 9, ONGs conhecem voluntários especialistas que as acompanharão no projeto.

O Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) foi selecionado, no mês de fevereiro, entre as 18 ONGs que participarão do Projeto Potencialize, criado pela Fundação 1Bi para assessorar gratuitamente o terceiro setor na área de tecnologia da informação (TI) e gestão.

No último sábado (9/2), as ONGs escolhidas pelo programa foram apresentadas aos voluntários, todos especialistas do Grupo Movile, que prestarão o apoio no decorrer de cinco meses. O encontro aconteceu na sede paulistana da empresa, na Vila São Francisco, Zona Sul, e o presidente do OSB-SP, Paulo de Oliveira Abrahão, esteve no local.

“Receberemos assessoria de ponta na área de TI para o desenvolvimento de ferramentas para o monitoramento de licitações de forma automatizada. Isso permitirá que consigamos acompanhar muito mais dados públicos com nosso time de voluntários, o que é um desafio em uma cidade do tamanho de São Paulo”, explicou Abrahão.

Sobre a Fundação 1Bi

A Fundação 1Bi é uma instituição social do Grupo Movile e possui três pilares que estão centrados em: ensino de tecnologia, ensino por meio da tecnologia e fomento ao ambiente de tecnologia e/ou impacto social.

Sobre a Movile

A Movile é líder em marketplaces móveis, e tem como grande sonho tornar a vida de 1 bilhão de pessoas melhor através de seus aplicativos. A empresa, que atua no Brasil, Estados Unidos, França, México, Colômbia, Peru e Argentina, já soma mais de 150 milhões de usuários ativos. Com 1600 funcionários apaixonados pelo mesmo sonho, empoderados a construir novos negócios com potencial global e motivados a tomarem riscos, a Movile tem como principais pilares os segmentos Food, Tickets, Education & Care e Services.

*Por: Redação OSB-SP, com informações da Movile


OSB-SP faz primeira apresentação do ano a interessados em fazer parte da equipe de voluntários

A partir de agora, a palestra sobre o Observatório e seus projetos acontecerá todas as primeiras quintas-feiras de cada mês. Após o primeiro contato, os candidatos são encaminhados a eventos de formação específica 

Vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, apresenta organização.

Nesta quinta-feira (07/02), o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) realizou a primeira palestra de apresentação do ano para os interessados em se tornar voluntários do controle social do município. No encontro, que aconteceu na FECAP, Liberdade, Centro da capital, a vice-presidente do OSB-SP, Gioia Tumbiolo Tosi, explicou como funciona a ONG e cada projeto em andamento.

De acordo com Gioia, os dois projetos que mais chamaram a atenção foram os de Monitoramento de Licitações e Acompanhamento do Legislativo. “Os sete presentes ficaram muito motivados, principalmente com essas duas áreas de observação. Agora, eles serão encaminhados a eventos de formação específica do OSB-SP, para, posteriormente, integrarem-se às equipes de trabalho”, detalhou a vice-presidente.

Após o primeiro contato e entendendo melhor os projetos, os candidatos conseguem ter uma noção de em qual área de atuação do OSB-SP se adaptam mais. O gestor tributário Leandro De Camargo conheceu a ONG por meio do site de voluntários da Atados e por uma matéria no Jornal da Cultura. “Eu parabenizo o trabalho da organização, enfatizando a transparência e objetividade dos projetos apresentados pela vice-presidente do Observatório. Em especial, o projeto de ‘Capacitação de micro e pequenas empresas’, que as auxilia a ingressarem nas licitações públicas, tornando a “disputa” mais justa e concorrida”, destacou De Camargo.

Palestra todo mês 

A partir deste ano, todas as primeiras quintas-feiras de cada mês, haverá a apresentação do OSB-SP e seus projetos a interessados em participar do controle social do município de São Paulo como voluntário. Os encontros acontecem sempre no Campus da FECAP na Liberdade (Av. da Liberdade, 532) e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail saopaulo.adm@osbrasil.org.br ou pelo telefone: (11) 3271-4228.

*Por: Redação OSB-SP

Observatório Social do Brasil – São Paulo participa do lançamento do Dia das Boas Ações

O DBA é o maior evento de voluntariado do mundo, mobilizando mais de 3 milhões de pessoas em mais de 70 países. No Brasil, é organizado pela ONG Atados e acontecerá no dia 6 de abril

Coordenadora do Dia das Boas Ações no Brasil, Nina Faria, apresenta detalhes do evento.

Nesta terça-feira (05/02), o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) participou do lançamento do Dia das Boas Ações (DBA), maior evento de voluntariado do mundo. Em 2019, o DBA está em sua quarta edição no Brasil e, aqui, é realizado pela ONG Atados e produzido pela Muda Cultural. O encontro foi a primeira reunião de apresentação e preparo para o DBA e ocorreu na sede da Atados em Pinheiros, Zona Oeste da capital, com a presença de 20 ONGs.

Em São Paulo, o Dia das Boas Ações acontecerá no dia 6 de abril, centralizado no Parque do Ibirapuera, e contará com três palcos, apresentações artísticas e a Feira de ONGs, com 30 tendas em que as organizações divulgarão seu trabalho. A reunião desta terça-feira também preparou os participantes do DBA para a sequência do evento, que ocorrerá entre os dias 8 e 14 de abril e terá o nome de Semana Social, com diversas ações e oficinas em bairros espalhados pela capital.

O lançamento da mobilização em São Paulo foi apresentado pela coordenadora do Dia das Boas Ações no Brasil, Nina Faria, que detalhou as iniciativas do dia 6 de abril e da Semana Social. “Este encontro foi muito importante para marcarmos o início do DBA e apresentarmos todas as formas de participação das iniciativas sociais. Estão por vir novos encontros de desenvolvimento para que, juntos, possamos fortalecemos ainda mais o 3º setor”, afirmou. Segundo Nina, em 2019, o DBA deve ter a participação de 40 ONGs em São Paulo e pelo menos mais 40 no Rio de Janeiro, “fora ações orgânicas que sempre acabam acontecendo pela data em outras regiões.”

A representante do Observatório Social do Brasil – São Paulo, Bárbara Alcalde, ficou muito animada com o encontro na Atados. “Serviu para nos aproximarmos da organização, além de nos prepararmos não só para um, mas para dois grandes eventos de incentivo ao trabalho voluntariado na cidade de São Paulo, que são o Dia das Boas Ações propriamente dito e a Semana Social. Nos dois poderemos divulgar a importância do controle social”, destacou Bárbara. 

O Dia das Boas Ações 

O DBA começou em 2007, lançado pela ONG israelense Ruach Tova. A ideia foi da empresária e filantropa Shari Arison e, já no primeiro ano, teve 7 mil participantes. O objetivo era estimular pequenas ações e doações e, hoje, mobiliza mais de 3 milhões de pessoas em mais de 70 países pelo mundo. 

*Por: Redação OSB-SP, com informações da Atados